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Comercial francês faz paródia com Rafael Nadal, acusando o tenista de ganhar sob influência de dopping. French commercial accuses Rafael Nadal of winning because of dopping.

Circulando na França um comercial com mais que um toque de maldade, adicionado da famosa inveja dos franceses ao jogador espanhol Rafael Nadal, insinuando que ele só ganha partidas e campeonatos por uso de dopping. Na propaganda, aparece uma caricatura de Nadal tomando um líquido, depois urinando no tanque de combustível de um carro, e, em seguida, o boneco representando o tenista pega a estrada com o veículo, que é parado por policiais por excesso de velocidade.
A Real Federação Espanhola de Tênis disse que vai tomar medidas contra a propaganda por uso indevido de imagem, e um provável processo pode estar a caminho da França. A inveja dos franceses de Rafael Nadal se deve ao fato do espanhol ter ganho quase todos os Roland Garros em sua carreira, e, em uma partida de quartas de final, em 2009, o fato dos espectadores franceses gritarem o nome do sueco Robin Soderling, fez o tio de Nadal, Toni, que é também seu técnico, antipatizar com o público manifestante, e se pronunciar a respeito de forma ríspida. Na tendência humana, quem entenda de psiqué que explique melhor, uma força contrária por boa parte das pessoas, não consegue compreender ou absorver alguém que tenha vitórias excelentes ou ao menos que seja muito mais bem sucedido que a pessoa vulgo-simples-mortal, algo que ela não conseguiu satisfazer ou almejar, alcançar e, por fim, a torcida do contra quer que o vitorioso caia. De alguma maneira. Que fulano é injetado de super substâncias para conseguir desempenho que deixe para trás por vezes seguidas o adversário. Ninguém treina horas a fio, toma só sucos verdes e esquece McHamburgueres e refrigerantes, brigadeiro. É só poção “super-vitaminada-de-super-heróis” para ganhar, aumentada do que “não-pode”.

 Aí, surge a estória do dopping, no caso do esporte. Ninguém é inocente de todo, porque se sabe que muita coisa acontece no esporte, e que fica encoberto. Substâncias que não aparecem em exames, às vezes para tratar uma dor, um resfriado. Mas a neura em que ficam os atletas, vigiando listas anti-dopping a todo momento, para verificar até creme corporal, se pode conter substância proibida ou não, ninguém fala sobre. Vida regrada e vigilância, só se quer achar culpa.
Via de regra, o detalhe que mídia e público precisam aprender, é o seguinte: não culpar sem provas. Aqui, no caso de Nadal, foi uma brincadeira maldosa, mas com intenção não só de externar descontentamentos que nem a elegância francesa conseguiu esconder, tampada na panela de pressão, mas para gerar alguma suspeita que não foi cogitada por nenhum órgão examinador.

Não culpe, por dor de cotovelo financeira, profissional, ou pelo veneno que ficou na veia e não foi expelido, nem foi usado como soro anti-ofídico. Cheque provas antes de acusar, para não passar vexame nem processo quando o resultado não-positivo for revelado.
A maioria das acusações, no mundo do esporte, e para público afora, vem de uma certa malícia interior, e em se falando de suspeitas de dopping, a temperatura ferve. Se a dúvida é comprovada em exames, alô, mídia, não elabore relatórios de como o dopping é feito, como pode ser disfarçado, quais substâncias aparecem de que forma, se fulano que é amigo de pai da vizinha da mãe da tia que é médico, teve ajuda para disfarçar a urina, o sangue, e sabe-se lá que mandinga fez. Se opinião cabe aqui, não é só pré-acusatório ou irônico, infantil para boa parte da mídia que deveria agir de forma experiente. Muitos colorem o veículo rapidamente de “amarelo”. Vira folhetim rápido-rasteiro.

Não analisar com olhar viciado em erros, o que não é comprovado como culpa, antes de sair laudo final. Sabe aquela estória do “furo” que saiu pela culatra? Vexames que não podem ser reparados? A tequila que virou xarope amargo demais, é quem acusou que vai ter que engolir? Hum… não é champagne Cristal. E segure a carapuça, porque já aconteceu várias vezes, não? Pelo simples falta de “checagem prévia”, ou apenas, de querer checar. Pegar um telefone e ligar, ou para colocar alguém em campo para obter informações isentas. Às vezes é só o preço do táxi a mais, e do refrigerante com pão-de-queijo para buscar informações em uma tarde inteira. Ou uma leve viagem curta no carro da empresa.
Não é caso de preferências, defesas injustas de rainhas que exibem pompons cor-de-rosa em campo. Se bem que rosa já não é bem tanta tendência. Talvez, nude ou rosé. É que responsabilidade e experiência valem muito mais do que uma língua e dedos rápidos no computador que coçam em acusar. Talvez seja o infame fulano que ganha mais que você, que fica o dia inteiro entre quatro paredes, ele dá volta e meia para a Ásia, Inglaterra, e você nem viaje tanto. Haja parede de uma cor gelo cansativa, que se tem que mentir que é maravilhosa. Cadeira dura, que não é de design.

Ou o sicrano midiático ganha, e por isso pode fuzilar. Experiente. Hã? Depois, elogios não consertam. Não só fica mal – todo

mundo acaba sabendo do furo-furado

No caso dos franceses, a despeita foi engrossada com uma coluna escrita pelo ex-tenista Yannick Noah (último nativo a ganhar o Roland Garros, nos idos dos anos 80), questionando por que os espanhóis começaram a se imporem vitoriosos em vários esportes, da noite para o dia. Tênis, futebol, ciclismo? O site Terra reproduziu trechos das frases do ex-esportista, em que o francês dizia, ainda, que era preciso “acabar com a hipocrisia”, e “aceitar o dopping”. Arrematou dizendo que “todos têm a poção mágica”.

Difícil. Mais inveja no mundo dos esportes do que em outros meios que mídia circula. Espanta. Às vezes, parecem adultos crescidos brigando como crianças pequenas, pelo boneco Transformers da hora, ou o filho único de 5 anos com inveja do irmão que acabou de nascer. Sai para lá que o lugar é meu. Psicologia poderia ajudar. Terapia não é só para focar em vencer. Nem que seja a todo custo. Terapia de contra-partida, para consolar, pode ter grandes efeitos, e curar traumas que se transformam em ofensivas de alguns, frente a realidade inaceitável. A vitória frente ao não vitorioso. Bens interiores que duram para a vida, e não estendem remorsos moídos e remoídos. Preparem os divãs. (Rosaly Bastos – Swim, Play, Live) (Vídeo: Youtube)

Playing in France a commercial suggesting that tennis player Rafael Nadal would only win under influence of forbidden substances (dopping). In the tv commercial, Nadal drinks a liquid, then he pisses in the fuel reservatory, and gets the car, driving in a road. After minutes, policemen stops Nadal, saying he was over the speed limit. The Royal Spanish Federation of Sport is intending to sue the company which made the bad joke, for using the image without permission. French envie Rafael Nadal for a long time, as the spanish has won almost every Roland Garros in his career. The last french to win the R.G. was Yannick Noah in 1983, who, recently, has wrote a text to Le Monde, questioning if it was possible that spanish could win in many sports at the same time, lately. Tennis, soccer, give them a bike? Noah has also said that sports world must stop with hipocrisy, and accepting dopping. He completes saying: “everybody has the magic potion”. Here the spot showing Nadal can be a joke, a bad one, but dopping´s story in the sports are many. Accusations from audience, or media, can become a bad syrup that can be swallowed for whom is less expected. The situation is this: protect yourself against mistakes. Do not judge without evidences and responsable organizations, as CAS/TAS, says some accusation have evidences of real intention of the sportists, or if there is a mistake in exams, or not. How many stories that media has produces a big buzz about someone who the same media was clapping hands for, and, then, with hard accusations due to dopping suspicious, many notes, articles, interviews with doctors, trying to accuse, somehow, without evidences, or a final word.
Moskitoes does not enter in mouths which are close.
Nadal keeps himself cool, cause he knows about his results in matches. If it´s not a real accusation, envie can boil anyway. French, so elegant, some of them, couldn´t hide the wish, maybe, that Nadal shouldn´t be born in Spain. Maybe in Nice, Paris, Côte D’Azur. But he still speaks spanish. It´s not a “sorry”, or “désolé”. It´s just an “Olé”! (Rosaly Bastos – Swim, Play, Live)


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