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Buenos días. Café da manhã saudável, à espanhola. Huevo. Buenos días. Healthy breakfast, spanish taste. Huevo. Olé!

Bom dia. Ou, melhor, “Buenos Días”. O café da manhã saudável de uma semana à espanhola começa com gema de ovo cozida. Para não ficar muito solitária, vale tomar uma xicarazinha de café puro para acompanhar. Mas note que é gema de qualidade, as de número “2″ já estão em categoria número “1″. Café da manhã, gema da vitória, pessoas vitoriosas… Veja que estímulo! Ah, e não se esqueça dos exercícios físicos para começar o dia bem disposto. Que tal uma aula de tênis, para variar? Essa é para o Nadal, e para quem vai ter que engolir café da manhã sem pão sérvio, nem chocolate suíço. Olé!

Good morning. Or it would be “Buenos Días”? A good, tasteful and healthy breakfast in a spanish week, starts with a boiled egg, well, a egg yolk. If you think it´s not too much, and it seems to be not enough, you can try it with a small cup of black coffee. Gooood, huh? Victorious egg yolk, healthy week, victorious and healthy people… What a recipe! And do not forget the exercises to start the day in a good mood. What about tennis lessons? A toast for Nadal this morning. Sorry for who has to enjoy a breakfast without a serbian bread, or swiss chocolates. We´re healthy (Djoko, Federer, be cool, be cool… don´t be obset, but breakfast this week requires a different taste). Olé! (Rosaly Bastos – Swim, Play, Live) (Foto: Rosaly Bastos)


Nadal bate Djokovic em Roma. Contrariando previsões pessimistas sobre o espanhol. Olé! Nadal beats Djokovic in Rome. Against negative point of views from sports world coments. And here it comes: Olé!



Contrariando visões pessimistas do mundo dos esportes, especialmente do tênis, comentaristas e afins, que diziam que a carreira de Rafael Nadal estava acabada, logo depois de uma lesão, há não muito tempo, bola de cristal quebrada, o que o espanhol diria após bater o número 1 do ranking da ATP, Novak Djokovic, e vencer o campeonato em Roma no último domingo? Talvez “olé!”? Hum, aguçando a língua espanhola, a semana não vai ser mais de “olá” mas de “Hola!”, não de “bom dia”, mas de “buenos días”. Pois é. Mudança de vocabulário. “Olé!”
Como a frase permanece verdadeira, “mundo do esporte é isso aí”, nada como um dia depois do outro. Precisa de castanholas?
Acima, vídeo com pouco mais de 33 minutos da final em Roma entre Nadal e o sérvio. Comentaristas fãs de Federer viram o suíço ir embora mais cedo, e as gratificações em chocolates Lindt ficam para outra vez. Tentaram mandar uma água cair do céu que resistiu um pouco no domingo (alguém lembra da ventania e um quase furacão em Miami?) mas Nadal nem precisou trocar para pneus de chuva. Segurou a raquete, e mandou velocidade estratégica. Alguém quer aprender espanhol? Já que a língua sérvia e a alemã falharam…

Against negative point of views, from sports world, meaning comentors who didn´t and don´t appreciate Nadal working, there it is: what about starting with an “OLÉ!”? Yes, learning spanish, as the serbian and german language, sorry, has failed on sunday. Rafael Nadal beated number 1 Novak Djokovic, and guaranteed the number 2 in ATP, in an exciting match in Rome Masters 1000. The winner gets all – and Nadal got it. Brazilian comentors from a tv channel, who use to adore Federer, saw him go back home earlier, and had to handle with the strong match between the serbian and the spanish. Hard to deal? No, no “Nadalettes” in action, just a clean view explainning that, in sports world, everything can change in seconds, minutes. Watch above 33 minutes of the last sunday match, with Nadal enjoying the victory. What 2012, right? And the year is still going on, and on, and on… (Rosaly Bastos – Swim, Play, Live)


Nadal a 100 por minuto: jogada perfeita, e análise do jogo em Roma. Nadal always ready: uncle Toni gets up to celebrate a great point. Talking about yesterday match in Rome.

Nadal, jogada perfeita, mereceu que “tio Toni”, seu tio e técnico, até levantasse do lugar. Nadal hot point in Rome – get up, uncle Toni!


(Rosaly Bastos – Swim, Play, Live)
(Videos: TennisTv)


Rafael Nadal vence pela sétima vez o Barcelona Open. Vitória contra David Ferrer, entrevista. Nadal wins for the seventh time the Barcelona Open. Interview.

Nadal bate David Ferrer e vence pela sétima vez o Barcelona Open. Número 2, sim, mas que se segure o primeiro da lista. Entrevista em espanhol, hoje, domingo (29/abril). Nadal beats David Ferrer today, sunday (april 29th), in Barcelona Open. Seven times winner. Interview in spanish. (Rosaly Bastos – Swim, Play, Live) (Vídeo: Divulgação)


Rafael Nadal, número 2, à toda prova: jogada no Barcelona Open, final contra Ferrer. Nadal, number 2, but ready to play: hot point against Ferrer, Barcelona Open, final.

(Rosaly Bastos – Swim, Play, Live) (Video: ATP)


Rafael Nadal, sacada-jogada rápida, Monte Carlo. Rafael Nadal, fast-smart move, Monte Carlo Rolex Masters.

(Rosaly Bastos – Swim, Play, Live) (Video: ATP World Tour)


Rafael Nadal fala de Monte Carlo, Masters. Rafael Nadal speaking today from Monte Carlo.

Rafael Nadal falando hoje (18), sobre o campeonato de tênis em Monte Carlo.
(Rosaly Bastos – Swim, Play, Live) (Vídeo: Rafael Nadal/Divulgação)


Nadal em ótima forma, jogando por dois: com Cristiano Ronaldo. Nadal, great performance, playing for two: with Cristiano Ronaldo.

Olé! (Rosaly Bastos – Swim, Play, Live)


Rafael Nadal, almoço e pose com Ben Stiller, antes das semifinais com Federer. Rafael Nadal, lunch with friends and posing with Ben Stiller, Indian Wells.

 

Rafael Nadal, antes de se estressar com a semifinal do BNP Paribas Open, contra o suíço Roger Federer, é todo calma e bom humor, com amigos no almoço em Indian Wells, e posando com o ator Ben Stiller, um fã de tênis.

Rafael Nadal, before starting to worry about BNP Paribas Open semifinals, against Federer, the best is sharing smiles during lunch with friends in Indian Wells, and posing for a photo with actor Ben Stiller, a tennis fan.  (Rosaly Bastos – Swim, Play, Live) (Fotos: Rafael Nadal/Divulgação)


Comercial francês faz paródia com Rafael Nadal, acusando o tenista de ganhar sob influência de dopping. French commercial accuses Rafael Nadal of winning because of dopping.

Circulando na França um comercial com mais que um toque de maldade, adicionado da famosa inveja dos franceses ao jogador espanhol Rafael Nadal, insinuando que ele só ganha partidas e campeonatos por uso de dopping. Na propaganda, aparece uma caricatura de Nadal tomando um líquido, depois urinando no tanque de combustível de um carro, e, em seguida, o boneco representando o tenista pega a estrada com o veículo, que é parado por policiais por excesso de velocidade.
A Real Federação Espanhola de Tênis disse que vai tomar medidas contra a propaganda por uso indevido de imagem, e um provável processo pode estar a caminho da França. A inveja dos franceses de Rafael Nadal se deve ao fato do espanhol ter ganho quase todos os Roland Garros em sua carreira, e, em uma partida de quartas de final, em 2009, o fato dos espectadores franceses gritarem o nome do sueco Robin Soderling, fez o tio de Nadal, Toni, que é também seu técnico, antipatizar com o público manifestante, e se pronunciar a respeito de forma ríspida. Na tendência humana, quem entenda de psiqué que explique melhor, uma força contrária por boa parte das pessoas, não consegue compreender ou absorver alguém que tenha vitórias excelentes ou ao menos que seja muito mais bem sucedido que a pessoa vulgo-simples-mortal, algo que ela não conseguiu satisfazer ou almejar, alcançar e, por fim, a torcida do contra quer que o vitorioso caia. De alguma maneira. Que fulano é injetado de super substâncias para conseguir desempenho que deixe para trás por vezes seguidas o adversário. Ninguém treina horas a fio, toma só sucos verdes e esquece McHamburgueres e refrigerantes, brigadeiro. É só poção “super-vitaminada-de-super-heróis” para ganhar, aumentada do que “não-pode”.

 Aí, surge a estória do dopping, no caso do esporte. Ninguém é inocente de todo, porque se sabe que muita coisa acontece no esporte, e que fica encoberto. Substâncias que não aparecem em exames, às vezes para tratar uma dor, um resfriado. Mas a neura em que ficam os atletas, vigiando listas anti-dopping a todo momento, para verificar até creme corporal, se pode conter substância proibida ou não, ninguém fala sobre. Vida regrada e vigilância, só se quer achar culpa.
Via de regra, o detalhe que mídia e público precisam aprender, é o seguinte: não culpar sem provas. Aqui, no caso de Nadal, foi uma brincadeira maldosa, mas com intenção não só de externar descontentamentos que nem a elegância francesa conseguiu esconder, tampada na panela de pressão, mas para gerar alguma suspeita que não foi cogitada por nenhum órgão examinador.

Não culpe, por dor de cotovelo financeira, profissional, ou pelo veneno que ficou na veia e não foi expelido, nem foi usado como soro anti-ofídico. Cheque provas antes de acusar, para não passar vexame nem processo quando o resultado não-positivo for revelado.
A maioria das acusações, no mundo do esporte, e para público afora, vem de uma certa malícia interior, e em se falando de suspeitas de dopping, a temperatura ferve. Se a dúvida é comprovada em exames, alô, mídia, não elabore relatórios de como o dopping é feito, como pode ser disfarçado, quais substâncias aparecem de que forma, se fulano que é amigo de pai da vizinha da mãe da tia que é médico, teve ajuda para disfarçar a urina, o sangue, e sabe-se lá que mandinga fez. Se opinião cabe aqui, não é só pré-acusatório ou irônico, infantil para boa parte da mídia que deveria agir de forma experiente. Muitos colorem o veículo rapidamente de “amarelo”. Vira folhetim rápido-rasteiro.

Não analisar com olhar viciado em erros, o que não é comprovado como culpa, antes de sair laudo final. Sabe aquela estória do “furo” que saiu pela culatra? Vexames que não podem ser reparados? A tequila que virou xarope amargo demais, é quem acusou que vai ter que engolir? Hum… não é champagne Cristal. E segure a carapuça, porque já aconteceu várias vezes, não? Pelo simples falta de “checagem prévia”, ou apenas, de querer checar. Pegar um telefone e ligar, ou para colocar alguém em campo para obter informações isentas. Às vezes é só o preço do táxi a mais, e do refrigerante com pão-de-queijo para buscar informações em uma tarde inteira. Ou uma leve viagem curta no carro da empresa.
Não é caso de preferências, defesas injustas de rainhas que exibem pompons cor-de-rosa em campo. Se bem que rosa já não é bem tanta tendência. Talvez, nude ou rosé. É que responsabilidade e experiência valem muito mais do que uma língua e dedos rápidos no computador que coçam em acusar. Talvez seja o infame fulano que ganha mais que você, que fica o dia inteiro entre quatro paredes, ele dá volta e meia para a Ásia, Inglaterra, e você nem viaje tanto. Haja parede de uma cor gelo cansativa, que se tem que mentir que é maravilhosa. Cadeira dura, que não é de design.

Ou o sicrano midiático ganha, e por isso pode fuzilar. Experiente. Hã? Depois, elogios não consertam. Não só fica mal – todo

mundo acaba sabendo do furo-furado

No caso dos franceses, a despeita foi engrossada com uma coluna escrita pelo ex-tenista Yannick Noah (último nativo a ganhar o Roland Garros, nos idos dos anos 80), questionando por que os espanhóis começaram a se imporem vitoriosos em vários esportes, da noite para o dia. Tênis, futebol, ciclismo? O site Terra reproduziu trechos das frases do ex-esportista, em que o francês dizia, ainda, que era preciso “acabar com a hipocrisia”, e “aceitar o dopping”. Arrematou dizendo que “todos têm a poção mágica”.

Difícil. Mais inveja no mundo dos esportes do que em outros meios que mídia circula. Espanta. Às vezes, parecem adultos crescidos brigando como crianças pequenas, pelo boneco Transformers da hora, ou o filho único de 5 anos com inveja do irmão que acabou de nascer. Sai para lá que o lugar é meu. Psicologia poderia ajudar. Terapia não é só para focar em vencer. Nem que seja a todo custo. Terapia de contra-partida, para consolar, pode ter grandes efeitos, e curar traumas que se transformam em ofensivas de alguns, frente a realidade inaceitável. A vitória frente ao não vitorioso. Bens interiores que duram para a vida, e não estendem remorsos moídos e remoídos. Preparem os divãs. (Rosaly Bastos – Swim, Play, Live) (Vídeo: Youtube)

Playing in France a commercial suggesting that tennis player Rafael Nadal would only win under influence of forbidden substances (dopping). In the tv commercial, Nadal drinks a liquid, then he pisses in the fuel reservatory, and gets the car, driving in a road. After minutes, policemen stops Nadal, saying he was over the speed limit. The Royal Spanish Federation of Sport is intending to sue the company which made the bad joke, for using the image without permission. French envie Rafael Nadal for a long time, as the spanish has won almost every Roland Garros in his career. The last french to win the R.G. was Yannick Noah in 1983, who, recently, has wrote a text to Le Monde, questioning if it was possible that spanish could win in many sports at the same time, lately. Tennis, soccer, give them a bike? Noah has also said that sports world must stop with hipocrisy, and accepting dopping. He completes saying: “everybody has the magic potion”. Here the spot showing Nadal can be a joke, a bad one, but dopping´s story in the sports are many. Accusations from audience, or media, can become a bad syrup that can be swallowed for whom is less expected. The situation is this: protect yourself against mistakes. Do not judge without evidences and responsable organizations, as CAS/TAS, says some accusation have evidences of real intention of the sportists, or if there is a mistake in exams, or not. How many stories that media has produces a big buzz about someone who the same media was clapping hands for, and, then, with hard accusations due to dopping suspicious, many notes, articles, interviews with doctors, trying to accuse, somehow, without evidences, or a final word.
Moskitoes does not enter in mouths which are close.
Nadal keeps himself cool, cause he knows about his results in matches. If it´s not a real accusation, envie can boil anyway. French, so elegant, some of them, couldn´t hide the wish, maybe, that Nadal shouldn´t be born in Spain. Maybe in Nice, Paris, Côte D’Azur. But he still speaks spanish. It´s not a “sorry”, or “désolé”. It´s just an “Olé”! (Rosaly Bastos – Swim, Play, Live)


Djokovic venceu a final do Australian Open sim, e levou o Laureus do esporte. Máquina? Djokovic won Australian Open, yes, and got the Laureus of the sport. Hang in there.

Pois é, coisas da vida. E do tênis. Djokovic venceu Nadal na final do Australian Open. A quadra era a em que Djoko se dá melhor, Nadal já tinha reconhecido isso, e afirmado que Djoko era o favorito. Joelho antes enfaixado, nos primeiros jogos, para um Rafa que teve lesões, cãibras horrorosas em meio à coletiva de imprensa, fazendo-o deslizar da cadeira até o chão, pelas dores insuportáveis, foi mais que uma vitória. Para quem cantava Federer de galo, viu o moço ir embora cabisbaixo, mesmo tendo qualidade de jogo. Djokovic é assim: não pisca. Visivelmente afetado pelo cansaço no meio da partida histórica, que durou quase 6 horas (5h53min), quem acordou cedo no Brasil, às 6, 6 e meia da matina, para ver o duelo raquetado, entende o resultado de uma partida tão demorada – nos expectadores, e, claro, nos atletas. Djokovic garantiu o jogo no começo e metade, para errar no final. Pontos certeiros, qualidade técnica, mas os pontos mais bonitos, jogadas dizendo, foram de Rafael Nadal. Djoko merece o título do Australian Open, cair no chão. Comer a grama não, porque ali não tinha grama. Poeira dá alergia. Dias depois, Novak Djokovic foi à celebração do esporte, e recebeu o prêmio Laureus, que agregou em uma mesma noite os melhores atletas mundiais, dentre eles, concorrendo, Daniel Dias, herói da natação paraolímpica brasileira, que não levou o prêmio em sua categoria, mas que sentiu valer todo o esforço e dedicação que o fez se entregar ao esporte, e fazer a vida render mais do que muitos sem deficiência física aparente a fazem render. Ali, Djoko deveria cumprimentar Daniel – lição de vida, como muitos outros que fazem do esporte paraolímpico, algo muito maior do que apenas superação.
Djokovic levou o Laureus do esporte. Recebeu o prêmio das mãos do ex-tenista Boris Becker. Bateu Messi e viu Bolt ficar para trás (mesmo imitando seu gesto em fotos, admirador do atleta). Encontrou Emerson Fitipaldi na festa. Levou a tiracolo a namorada, vestindo Dolce & Gabbana. Djoko sorri, mas robôs, alguns, também sorriem. O ano de 2011 foi muito bom para o sérvio, 2012 já começou bem. Mas ainda tem muita bola para rolar até dezembro finzinho. Que aguentem as emoções em um ano longo de muitas partidas de tênis. Parabéns a Djokovic. Não deu para Nadal, mas o jogo foi perfeito. Честитамо тениса робота. Não entendeu? Alguém vai entender. (Rosaly Bastos – Swim, Play, Live) (Fotos: Getty e Reprodução Djokovic)


Nadal bate Federer e espera Djokovic ou Murray para final do Australian Open. Nadal beats Federer and will face Djokovic or Murray in finals, Australian Open.

O olé foi muito merecido. Nas semifinais do Australian Open, em Melbourne, o espanhol Rafael Nadal bateu Roger Federer, num clássico do tênis, em cerca de 3h e 40 minutos, e garantiu seu lugar na final do campeonato. Por 6/7(5), 6/2, 7/6(5) e 6/4, Nadal, número 2 do mundo no ranking da ATP, viu o suíço dar adeus à uma partida que, no início, poderia parecer já ganha por Federer. Nem favoritismos, nem partidas vitoriosas anteriores, mostrando um domínio maior de Federer frente a outros adversários, conseguiu ler o final do jogo frente ao espanhol. Previsões de “bolas de cristal” de experientes no esporte, que já julgavam Nadal “finito” ainda no começo da temporada do ano passado, devido a uma lesão sofrida, e queda no rendimento inicial de 2011, tiveram que encarar o fato de que número 2 não é número centésimo no ranking, e engolir a vitória de quem mostrou que ainda entende do jogo, e de sabe ser eficaz na quadra. E decisivo. De volta àquela estória, esporte, como na vida, conta sempre com o fator do imprevisto, mas nem tão imprevisto em se contando e recapitulando a estória de Nadal no mundo do tênis.
Agora, Rafael Nadal espera o vitorioso da partida entre Djokovic e Andy Murray, para ver quem será seu adversário na final.
Nosotros hablamos español: OLÉ!
Olé! Nadal beated Roger Federer today (26) in a classic match, in Australian Open. Melbourne was burning, and the spanish won showing he is ready to go. Further. Not even an injury, last year, which makes some experienced sports comentors saying he was done, that his career was over, could predict that Rafael Nadal was shinning and brand new, and would say “bye bye” (“adiós”) to Federer in this semifinals. 6/7 (5), 6/2, 7/6 (5) and 6/4 for Nadal, who, now, is waiting for the winner in the match between Djokovic and Andy Murray, to see who he will face in the finals. Yes, no matter the finals results, nosotros hablamos español: Olé! (Rosaly Bastos – Swim, Play, Live) (Foto: Reprodução)


Nadal treina para o Australian Open, video. Nadal practice session for Australian Open.


(Rosaly Bastos – Swim, Play, Live)


Rafael Nadal e Roger Federer, tênis mais luzes, ano novo, Qatar. Nadal and Federer, tennis & New Year’s lights

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Rafael Nadal com Roger Federer: quadra de tênis no Qatar, preparada para abrir a temporada 2012. Nadal and Roger Federer in Qatar, so turn on the lights for New Year’s: ATP opening the 2012 season. (Rosaly Bastos – Swim, Play, Live)


Nadal vence partida final da Davis Cup, e garante pentacampeonato à equipe espanhola. Rafael Nadal won Davis Cup final match, and guarantees the victory to Spain.

Para os que mais agouraram o tenista Rafael Nadal ao longo do ano de 2011, aproveitando do seu desgaste físico, ampliado por uma lesão logo no começo da temporada, teve que ver a capa vermelha rodar o touro argentino Del Potro, e ouvir o “Olé!”. A equipe espanhola venceu a argentina, por 3 x 1, em ponto final arrematado pela partida de Nadal contra Del Potro, que durou quatro horas, quatro sets, 1-6, 6-4, 6-1, e 7-6 (7-0), e se sagrou pentacampeã da Copa Davis, realizada em Sevilha.

“Já tinha conquistado pontos decisivos em outras fases, mas nunca na final. Desta vez é muito especial”, afirmou Nadal. E completou: “Não existe forma melhor de terminar a temporada.”

Del Potro veio cansado da partida contra David Ferrer, de quase 5 horas, na sexta-feira, onde foi derrotado em 5 sets.

Ânimo renovado, ano de surpresas. Djoko que vinha invicto, também sofreu lesão e teve que parar e entrar na fisioterapia. Garantiu o posto de número 1 da ATP em 2011 até o fim do ano, antecipadamente, e voltou um pouco desmotivado, no campeonato anterior.

Roger Federer foi comendo pelas beiradas, e venceu o ATP World Finals Cup, em Basel, Suíça, mostrando que está vivo, e respirando (além de jogando). Nadal vinha desgastado por 82 partidas, e pela lesão, disse ter perdido um pouco da paixão pelo esporte, mas fome de vencer, é fome. Ela sempre aparece. Usou a capa de toureiro (já estava vestindo vermelho), e falou um espanhol à argentina para Del Potro. Esticou os músculos, esticou a raquete, fez o “Olé”, e terminou feliz a temporada cansativa.

Ano que vem, quem viver, verá.  Bola de cristal, baseada em predições repetitivas, definitivamente, tem todos os seus erros. Falível. Ainda mais no mundo dos esportes.

 E venha o 2012 de muitas emoções, olimpíadas em foco. Tênis continua borbulhando na veia. Mas veia espanhola tem sangue mais quente. Ferve. Olha o touro… Olé! (Rosaly Bastos – Swim, Play, Live) (Fotos: Rafael Nadal / Divulgação e AFP)


Djokovic garante posição de número 1 do ranking, até final de 2011. Djokovic is guaranteed in first at ATP list, ’till the end of the year.

Rafael Nadal admitiu, esta semana, não ter jogado bem durante o ano de 2011. Lamentou ter perdido para Djokovic no US Open, mas também alfinetou Federer, dizendo que o suíço também não esteve em sua melhor forma durante a temporada, perdendo partidas que não desperdiçaria em 2010. Agora, com a derrota para o alemão Florian Mayer hoje (13), quinta, no Masters 1000 de Xangai, e sua consequente eliminação, Nadal não pode disputar mais a posição de número um no ranking da ATP com Djokovic, e o sérvio, então, garante o posto mais alto na lista dos tenistas profissionais até o final de 2011. Na foto com o bolo recebido em julho, marcando sua posição no ranking, Djoko, tenista de 24 anos, vê seu ano ser mais iluminado e festeiro que foguetório em reveillon. Festa já antecipada, mesmo em tratamento fisioterápico depois de um problema no quadril, acentuado no US Open. Pode ir para um Spa, e colocar a raquete na parede, se quiser, até 31 de dezembro chegar. Depois, começa a luta do quase-androide por outra festa com segundo bolo de número 1. Será que o homem de aço aguenta firme até fim de 2012?

Rafael Nadal is sad: after saying that 2011 was not a good year for him in tennis-life (Nadal also was quoted saying Federer didn´t have a good year also, fail in some matches he wouldn´t in 2010), he is out of Shanghai Masters 1000. German Florian Mayer won the match this thursday (13th), and said bye bye to the spanish charming-player. With Nadal defeated, Djokovic guarantees the number 1 position in ATP list, until the end of 2011. Posing with his celebrations-cake (number 1) made specially for him in july, Djoko, 24 years old, sometimes called an “android” (robot), due to his iron-will, technical preparation and focus to win (check it out, he almost doesn´t blink during a match), he can breath safely, even facing treatments for an injury in his hips. A well-deserved rest in a fancy Spa, until december 31st? Maybe. But he doesn´t seem like he is going to rest. January 1st starts with the fight to know who will get the number one cake in 2012. Yammy!(Rosaly Bastos – Swim, Play, Live) (Photo: Getty Images)


Rafael Nadal versão bicicleta. Rafael Nadal having fun, time off in Montreal.

Entre uma partida e outra, o tenista Rafael Nadal curte tempinho de folga andando de bicicleta pelas ruas de Montreal, Canadá, com amigos. Time off: Rafael Nadal takes a deep breath and enjoys the good weather in Montreal, taking a ride in a bike with friends in Canada. (Rosaly Bastos – Swim, Play, Live) (Foto: Divulgação/Rafael Nadal)


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