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Dara Torres, Londres, não. Estrela da natação americana fica fora da equipe olímpica. Dara Torres far from London: missing it for 9-hundreths of second.

A atleta da natação americana, Dara Torres, forma invejável aos 45 anos, não conseguiu se classificar para as olimpíadas de Londres, na Tentativa de Omaha, seleção americana, reta final para a formação da equipe que vai decolar para Heathrow. Nos 50m livre, hoje (2 de julho), ela ficou atrás das nadadoras Jessica Hardy (24 s 50) e Kara Lynn Joyce (24 s 73). A quarta a bater na raia, viu também Christine Magnuson bater em terceiro (24 s 78) (calma, não é o fantasma feminino do australiano…). Seria a sexta olimpíada de Torres, mas foi uma chave para fechar sua participação nos grandes jogos mundiais. Em Rio 2016, pouco provável seria conseguir resultados classificatórios aos 49, 50 anos. Os 50m livre exigem forma cuidadosamente observada, leveza, além de músculos e quesitos que devem ter envelhecido mais com o passar dos anos, não tão resistentes a tanto esforço. Se bem que Dara Torres viu mas não viu os anos passarem. Pelo menos para quem vê de fora, corpo esculpido, energia, rapidez. A cirurgia no joelho foi momento crucial em sua carreira, que ela tentou vencer com terapias novas e uma força de vontade imensa, mas foi uma peça fundamental da engrenagem humana falhando. Não desistiu, resistiu, mas a nova geração a ultrapassou. É competição, são olimpíadas. Nem todos chegam lá, por mais rígido que seja o treinamento, a força. Mesmo quem merece. Mas Dara parou a vez das olimpíadas de forma excepcional. Mereceu cada aplauso, e o abraço, ainda molhada, da filha, pequena torcendo na arquibancada com incentivo à mãe estampado na camiseta. Grande Dara Torres, o nome não ficou só nas piscinas. Uma “torre”. Nove centésimos a tiraram de Londres. Mas não abreviaram uma carreira extensa, superior a muitas centenas de recordistas. (Rosaly Bastos – Swim, Play, Live)

Is not the end for all, it can be, certainly,  the start for new goals in her career, anyway. But Dara Torres, 45, a winner in all point of views, beyond medals, is out of London Olympic Games. Tonight (july, the 2nd), in Omaha, in the american olympic trials, she missed what would be her 6th Olympic Games, for nine-hundreths of second. In 50m freestyle, Jessica Hardy came in first (24 s 50), followed by Kara Lynn Joyce (24 s 73). Christine Magnuson came in third (24 s 78) (no, it´s not the australian guy´s ghost splashing around… Who? The “James” “Magnussen”). Dara Torres was the fourth. The number “nine”, not expect, after a long career of many battles, many lessons of life, strengh, many sacrifices, cannot resume all. Rio 2016? No. Her body, in a great shape, would respond less to so many efforts and to fast-seconds, as months, years, pass by from now to 4 years ahead. But Dara is a warrior. Still wet, she just looked for her daughter, in the audience, with a t-shirt of supporting to her mom. A big hug, and a sad “bye bye” to olympics for her.

A new way expecting for a new Dara Torres. Swimming-pools can be built anywhere. She won a battle with a injured knee, experienced new treatments, but she found out she is not a robot. Not everyone will be in London. Many times, who has done a hard work won´t be there. Any others will be. Things are decided in the last minute. Or seconds. But other things in life keep going on, even without a “London”´s meaning, a british “tag”. Another generation, another olympic name taking the spot. It’s not “bye bye”, Dara. But a ”hello” for something else, that can be so good as a fast jump and a fast end with a gold circle in the chest. (Rosaly Bastos – Swim, Play, Live) (Foto: Getty)


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