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Aside

James Magnussen e australianos confessam dopping em Londres. Magnussen and australian swimming: dopping in olympics.

James Magnussen, a promessa australiana tão elogiada pelo ex-mito russo das piscinas, Alexander Poppov, confessou ter usado substância proibida durante os jogos olímpicos. Sim, dopping. Ele e a equipe australiana de natação, incluindo Eamon Sullivan. A confissão só veio à tona há pouco tempo, e repercutiu mal. Com resultados que vinham surpreendendo antes dos jogos olímpicos, antecipando o sucesso dele em Londres, o que fez a imprensa internacional apostar em sua supremacia, acabou em fiasco. Popov fez declarações de que Magnussen era atleta extremamente rápido e muito superior a nadadores como Cielo, e que a equipe verde-amarela não seria páreo para a australiana. A imprensa internacional repercutiu, desqualificando nomes top brasileiros. Naquela de ‘nada como um dia depois do outro’, os resultados dos brazucas se deveram aos treinos e suco de laranja. Falta o comando olímpico dizer se Magnussen perderá medalha, e se a classificação de suas provas mudará. (Rosaly Bastos) (O texto tem direitos autorais)


Comercial francês faz paródia com Rafael Nadal, acusando o tenista de ganhar sob influência de dopping. French commercial accuses Rafael Nadal of winning because of dopping.

Circulando na França um comercial com mais que um toque de maldade, adicionado da famosa inveja dos franceses ao jogador espanhol Rafael Nadal, insinuando que ele só ganha partidas e campeonatos por uso de dopping. Na propaganda, aparece uma caricatura de Nadal tomando um líquido, depois urinando no tanque de combustível de um carro, e, em seguida, o boneco representando o tenista pega a estrada com o veículo, que é parado por policiais por excesso de velocidade.
A Real Federação Espanhola de Tênis disse que vai tomar medidas contra a propaganda por uso indevido de imagem, e um provável processo pode estar a caminho da França. A inveja dos franceses de Rafael Nadal se deve ao fato do espanhol ter ganho quase todos os Roland Garros em sua carreira, e, em uma partida de quartas de final, em 2009, o fato dos espectadores franceses gritarem o nome do sueco Robin Soderling, fez o tio de Nadal, Toni, que é também seu técnico, antipatizar com o público manifestante, e se pronunciar a respeito de forma ríspida. Na tendência humana, quem entenda de psiqué que explique melhor, uma força contrária por boa parte das pessoas, não consegue compreender ou absorver alguém que tenha vitórias excelentes ou ao menos que seja muito mais bem sucedido que a pessoa vulgo-simples-mortal, algo que ela não conseguiu satisfazer ou almejar, alcançar e, por fim, a torcida do contra quer que o vitorioso caia. De alguma maneira. Que fulano é injetado de super substâncias para conseguir desempenho que deixe para trás por vezes seguidas o adversário. Ninguém treina horas a fio, toma só sucos verdes e esquece McHamburgueres e refrigerantes, brigadeiro. É só poção “super-vitaminada-de-super-heróis” para ganhar, aumentada do que “não-pode”.

 Aí, surge a estória do dopping, no caso do esporte. Ninguém é inocente de todo, porque se sabe que muita coisa acontece no esporte, e que fica encoberto. Substâncias que não aparecem em exames, às vezes para tratar uma dor, um resfriado. Mas a neura em que ficam os atletas, vigiando listas anti-dopping a todo momento, para verificar até creme corporal, se pode conter substância proibida ou não, ninguém fala sobre. Vida regrada e vigilância, só se quer achar culpa.
Via de regra, o detalhe que mídia e público precisam aprender, é o seguinte: não culpar sem provas. Aqui, no caso de Nadal, foi uma brincadeira maldosa, mas com intenção não só de externar descontentamentos que nem a elegância francesa conseguiu esconder, tampada na panela de pressão, mas para gerar alguma suspeita que não foi cogitada por nenhum órgão examinador.

Não culpe, por dor de cotovelo financeira, profissional, ou pelo veneno que ficou na veia e não foi expelido, nem foi usado como soro anti-ofídico. Cheque provas antes de acusar, para não passar vexame nem processo quando o resultado não-positivo for revelado.
A maioria das acusações, no mundo do esporte, e para público afora, vem de uma certa malícia interior, e em se falando de suspeitas de dopping, a temperatura ferve. Se a dúvida é comprovada em exames, alô, mídia, não elabore relatórios de como o dopping é feito, como pode ser disfarçado, quais substâncias aparecem de que forma, se fulano que é amigo de pai da vizinha da mãe da tia que é médico, teve ajuda para disfarçar a urina, o sangue, e sabe-se lá que mandinga fez. Se opinião cabe aqui, não é só pré-acusatório ou irônico, infantil para boa parte da mídia que deveria agir de forma experiente. Muitos colorem o veículo rapidamente de “amarelo”. Vira folhetim rápido-rasteiro.

Não analisar com olhar viciado em erros, o que não é comprovado como culpa, antes de sair laudo final. Sabe aquela estória do “furo” que saiu pela culatra? Vexames que não podem ser reparados? A tequila que virou xarope amargo demais, é quem acusou que vai ter que engolir? Hum… não é champagne Cristal. E segure a carapuça, porque já aconteceu várias vezes, não? Pelo simples falta de “checagem prévia”, ou apenas, de querer checar. Pegar um telefone e ligar, ou para colocar alguém em campo para obter informações isentas. Às vezes é só o preço do táxi a mais, e do refrigerante com pão-de-queijo para buscar informações em uma tarde inteira. Ou uma leve viagem curta no carro da empresa.
Não é caso de preferências, defesas injustas de rainhas que exibem pompons cor-de-rosa em campo. Se bem que rosa já não é bem tanta tendência. Talvez, nude ou rosé. É que responsabilidade e experiência valem muito mais do que uma língua e dedos rápidos no computador que coçam em acusar. Talvez seja o infame fulano que ganha mais que você, que fica o dia inteiro entre quatro paredes, ele dá volta e meia para a Ásia, Inglaterra, e você nem viaje tanto. Haja parede de uma cor gelo cansativa, que se tem que mentir que é maravilhosa. Cadeira dura, que não é de design.

Ou o sicrano midiático ganha, e por isso pode fuzilar. Experiente. Hã? Depois, elogios não consertam. Não só fica mal – todo

mundo acaba sabendo do furo-furado

No caso dos franceses, a despeita foi engrossada com uma coluna escrita pelo ex-tenista Yannick Noah (último nativo a ganhar o Roland Garros, nos idos dos anos 80), questionando por que os espanhóis começaram a se imporem vitoriosos em vários esportes, da noite para o dia. Tênis, futebol, ciclismo? O site Terra reproduziu trechos das frases do ex-esportista, em que o francês dizia, ainda, que era preciso “acabar com a hipocrisia”, e “aceitar o dopping”. Arrematou dizendo que “todos têm a poção mágica”.

Difícil. Mais inveja no mundo dos esportes do que em outros meios que mídia circula. Espanta. Às vezes, parecem adultos crescidos brigando como crianças pequenas, pelo boneco Transformers da hora, ou o filho único de 5 anos com inveja do irmão que acabou de nascer. Sai para lá que o lugar é meu. Psicologia poderia ajudar. Terapia não é só para focar em vencer. Nem que seja a todo custo. Terapia de contra-partida, para consolar, pode ter grandes efeitos, e curar traumas que se transformam em ofensivas de alguns, frente a realidade inaceitável. A vitória frente ao não vitorioso. Bens interiores que duram para a vida, e não estendem remorsos moídos e remoídos. Preparem os divãs. (Rosaly Bastos – Swim, Play, Live) (Vídeo: Youtube)

Playing in France a commercial suggesting that tennis player Rafael Nadal would only win under influence of forbidden substances (dopping). In the tv commercial, Nadal drinks a liquid, then he pisses in the fuel reservatory, and gets the car, driving in a road. After minutes, policemen stops Nadal, saying he was over the speed limit. The Royal Spanish Federation of Sport is intending to sue the company which made the bad joke, for using the image without permission. French envie Rafael Nadal for a long time, as the spanish has won almost every Roland Garros in his career. The last french to win the R.G. was Yannick Noah in 1983, who, recently, has wrote a text to Le Monde, questioning if it was possible that spanish could win in many sports at the same time, lately. Tennis, soccer, give them a bike? Noah has also said that sports world must stop with hipocrisy, and accepting dopping. He completes saying: “everybody has the magic potion”. Here the spot showing Nadal can be a joke, a bad one, but dopping´s story in the sports are many. Accusations from audience, or media, can become a bad syrup that can be swallowed for whom is less expected. The situation is this: protect yourself against mistakes. Do not judge without evidences and responsable organizations, as CAS/TAS, says some accusation have evidences of real intention of the sportists, or if there is a mistake in exams, or not. How many stories that media has produces a big buzz about someone who the same media was clapping hands for, and, then, with hard accusations due to dopping suspicious, many notes, articles, interviews with doctors, trying to accuse, somehow, without evidences, or a final word.
Moskitoes does not enter in mouths which are close.
Nadal keeps himself cool, cause he knows about his results in matches. If it´s not a real accusation, envie can boil anyway. French, so elegant, some of them, couldn´t hide the wish, maybe, that Nadal shouldn´t be born in Spain. Maybe in Nice, Paris, Côte D’Azur. But he still speaks spanish. It´s not a “sorry”, or “désolé”. It´s just an “Olé”! (Rosaly Bastos – Swim, Play, Live)


Tenista Robert Kendrick apela, e tem pena de dopping reduzida. Robert Kendrick, tennis player, has his earlier suspension for dopping reduced by TAS-CAS.

 

O tenista Robert Kendrick, de 31 anos, número 105 no ranking da ATP, apelou e teve sua pena por dopping reduzida para 8 meses, informou hoje (22) o tribunal superior do esporte, TAS-CAS. Em julho, Kendrick tinha sido penalizado com um ano de suspensão, mas resolveu apelar, afirmando que a substância proibida que foi detectada no seu sangue durante o French Open, em maio deste ano, estava numa cápsula que tomou para combater os efeitos do cansaço pela diferença de fuso horário, o chamado “jetlag”, e que não houve intenção de aumento de performance. Kendrick ficaria suspenso até maio do ano que vem, se fosse mantida a suspensão de um ano. A substância encontrada nos exames de sangue do tenista foi o estimulante Methylhexaneamine, proibida pela ATP.

Robert Kendrick, 31, tennis player, number 105 in ATP list, has his suspension for banned stimulant Methylhexaneamine reduced to 8 months. The sports superior court, TAS-CAS has announced its decision today (22). The International Tennis Federation (ITF) accepted Kendrick’s claim, that the banned substance was in a capsule he took to combat jetlag and was not intended to enhance his performance. In a previous decision, Kendrick would be suspended for 1 year, until may 2012 (he was accused of dopping after the substance was found in his blood exams, in may this year, during the French Open). (Rosaly Bastos – Swim, Play, Live) (Foto: Reprodução)


O CAS, Corte Superior do Esporte, explica em comunicado sua decisão de não punir Cielo, Nicholas e Barbosa, no caso de dopping. The Court for Arbitration of Sports (CAS) explains its reasons for not applying punishments to Cielo, dos Santos and Barbosa, dopping issue.

O CAS, Corte Superior do Esporte, localizada em Lausanne,Suíça, emitiu um comunicado hoje, sexta (29), explicando as razões porquedecidiu manter apenas uma advertência dada anteriormente pela CBDA(Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos), no caso de dopping porFurosemida envolvendo os atletas da natação César Cielo, Nicholas Santos,Henrique Barbosa, e punindo com suspensão de um ano (por reincidência) ViníciusWaked.

Segundo o CAS, os motivos que levaram a uma não-suspensão de 3 dosatletas – Cielo, Santos, Barbosa – estão explicados abaixo, apesar deconsiderarem arriscado o consumo de suplementos manipulados por parte deles.Alívio, agora todo o cuidado é pouco. Waked fica suspenso, por ter sido pego emexames anti-dopping no ano passado. Leia as explicações do CAS com relação àpostura dos atletas e não-culpabilidade dos 3 no caso:

- As pílulas de cafeína eram prescritas pelo médico de Cesar Cielo desde o final de
2009;
- As pílulas de cafeína foram produzidas pela mesma farmácia desde aquela época;
- A cafeína usada no preparo das pílulas era pura e não foi misturada comoutras
substâncias;
- A substância furosemida foi detectada nas pílulas de cafeína restantesencontradas no
frasco de pílulas dos atletas, por um laboratório do Rio de Janeiro (LABDOP)credenciado pela Agência Mundial Antidoping (Wada);
- A farmácia que preparou as pílulas de cafeína admitiu que no mesmo dia, elatambém preparou para outros clientes diversas receitas médicas para otratamento de doenças cardíacas e que continham furosemida;
- A concentração de urina dos atletas era normal e não estava diluída, o quesignifica que a furosemida não pode ter sido utilizada como um agentemascarante neste caso.Os fundamentos mencionados acima não foramquestionados pela Fina, o que certifica
que a furosemida não teve por objetivo melhorar o desempenho dos atletas oumascarar o uso
de alguma outra substância capaz de melhorar o desempenho. Entretanto, aFina argumentou que o erro cometido pelos atletas já era sério o suficientepara justificar a imposição de uma suspensão de três meses nos casos de Cielo,Barbosa e dos Santos e uma suspensão de um ano no caso de Waked.
O painel do TAS reconheceu que o uso de suplementos alimentares pelosatletas foi
arriscado, mas no presente caso os atletas tomaram precauções suficientespara reduzir sua culpa ou negligência ao mínimo possível. Neste sentido, opainel de árbitros do TAS decidiu aplicar as sanções mínimas previstas nasregras de controle de doping da Fina”.

“Case of Cielo, dos Santos, Barbosa and Waked: The Court for Arbitration of Sports (CAS) communicates the reasons for its decisions: Lausanne, 29 July 2011 – Following the announcement of the CAS decisions on 21 July 2011 in the case of FINA v. Cesar Cielo, Nicholas dos Santos, Henrique Barbosa and Vinicius Waked and the Brazilian Aquatics Confederation (CBDA), the CAS Panel in charge of these matters has now delivered its final award with reasons.

The CAS Panel, composed of Alan Sullivan QC (Australia) President, Olivier Carrard (Switzerland) and Jeffrey Benz (USA) decided to apply Article 10.4 ofthe FINA Doping Control Rules, identical to Article 10.4 of the World Anti-Doping Code (WADC), to each of the four Brazilian swimmers. Such article provides that:

“Where a Competitor or other Person can establish how a Specified Substance entered his or her body or came into his or her Possession and that such Specified Substance was not intended to enhance the Competitor’s sport performance or mask the Use of a performance-enhancing substance, the period of Ineligibility found in Article 10.2 [applicable in case of prohibited substances] shall be replaced with the following:

First violation: At a minimum, a reprimand and no period of Ineligibilityfrom future Competitions and at a maximum, two years’ of Ineligibility.

[...]

The Competitor’s or other Person’s degree of fault shall be the criterion considered in assessing any reduction of the period of Ineligibility”.[According to Article 10.7 of the FINA DC Rules, the minimum sanction for asecond anti-doping rule violation with a specified substance is one year ofineligibility].

Contrary to the situation that existed before the implementation of the FINA DCRules/WADC 2009 edition, furosemide and other diuretics can now be considered as ‘specified substances’ in accordance with Article 10.4 above.

In the present matter, the CAS Panel was satisfied that:

- The caffeine capsules  were prescribed by the doctor of Cesar Cielo since the end of 2009;
- The caffeine capsules were manufactured by the same pharmacy since that time;
- The caffeine used for the preparation of the capsules was pure and not mixed with other substances;
- The substance furosemide was detected by a WADA-accredited laboratory in Rio de Janeiro (LABDOP) in the caffeine capsules that remained in the bottle of capsules used by the Athletes;
- The pharmacy that prepared the caffeine capsules admitted that on the same day, it had also made up, for other clients, several prescriptions for the treatment of heart disease, an ingredient of which was furosemide;
- The urine concentration of the athletes was normal and was not diluted, which means  that furosemide could not have been used as a masking agent in this case.

The above-mentioned elements were not challenged by FINA, which acknowledged that the furosemide was not intended to enhance the performance of the Athletes orto mask the use of a performance enhancing substance and which accepted the application of Article 10.4 FINA DC Rules. However, FINA argued that the fault committed by the athletes was sufficiently serious to justify the imposition of a period of a three-month suspension in the cases of Cielo, Barbosa and dosS antos and a one-year suspension in the case of Waked.

The CAS Panel recognised that the use of food supplements by athletes was generally risky, but that, in the present case, the athletes had taken sufficient precautions to reduce their fault or negligence to the minimum. Accordingly, the CAS Panel has decided to apply the minimum sanctions provided in the FINA DC Rules.” (CAS)

(Rosaly Bastos – Swim, Play, Live) (Foto-montagem: Swim, Play, Live – com fotos de Satiro Sodré e Reprodução)


Cielo chega a Shanghai com delegação brasileira de natação, e espera julgamento do CAS. Cesar Cielo arrives with brazilian swimming team in Shanghai. One eye on CAS, another eye on FINA.

César Cielo já está em Shanghai para o Mundial de Esportes Aquáticos. Ele chegou junto com a equipe brasileira de natação, vindos da aclimatação em Macau, e aguarda na cidade chinesa o julgamento final do CAS, tribunal responsável por dar o parecer definitivo sobre a acusação de dopping do atleta e de mais 3 nadadores brasileiros (Vinícius Waked, Nicholas dos Santos e Henrique Barbosa), por ingestão (acidental) de Furosemida. Cielo e os envolvidos apresentaram provas de que teria havido uma contaminação das cápsulas do suplemento à base de cafeína que ele mandou fazer em uma farmácia de manipulação de Santa Bárbara d’Oeste, a mesma que faz a fórmula há muitos anos. A CBDA deu uma advertência aos atletas e puniu com a perda dos resultados no troféu Maria Lenk, em maio, mas a FINA, federação internacional do esporte, pediu maior severidade no julgamento do caso, e o encaminhou ao CAS, que deve dar um parecer entre os dias 20 e 22 deste mês, apenas dois dias antes de começarem as provas de natação na China, no dia 24. Um olho no CAS, outro na FINA. Em questão, julgamento correto, punição para mostrar superioridade ou autoridade (excessiva?) de órgãos superiores de controle do esporte, fazendo os atletas de totens ou exemplos em cartaz internacional, ou favorecimento de pressões internacionais dos que querem primeiro lugar no pódio sem bandeira brasileira.
Swimmer Cesar Cielo is already in Shanghai, for the World Aquatics Championships. He has arrived together with brazilian swimming team, that was training in Macau. Cielo is waiting for CAS final decision, superior court responsable for the judgment of dopping accusations he is involved with 3 other brazilian swimmers, for accidental comsumption of Furosemide, a substance banned by FINA. The athletes have said the compunding pharmacy where Cielo use to buy the supplements has contaminated the product, and they would have presented documents that prove the fact. They also have carried out tests which showed that their urine had very low contamination by the substance, what would prove the comsumption was accidental. CAS final word will be given between july 20 and 22, only 2 days before swimming competitions start in China. The question that won´t be silent is: would brazilian swimmers have a right, fair judgment, according to the rules stablished for each dopping issue, or will they be punished for CAS and FINA just with intentions of showing these organizations superiority in the world of sports, or excessive authority, or both international organizations will comply with external pressures from international athletes, specially some swimmers, who don´t want the brazilian (constant) flag in the highest place in an international podium? Keeping one eye in CAS, other eye in FINA. (Rosaly Bastos – Brazil Special Report) (Foto-montagem: Brazil Special Report, com foto de Satiro Sodré)

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